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INSATISFAÇÃO

25/04/2012

Greve ameaça produção da Foxconn em Jundiaí


Cerca de 2,5 mil trabalhadores da Foxconn de Jundiaí podem entrar em greve a partir de 3 de maio, se a empresa não solucionar diversos problemas apontados pelos empregados. Entre as questões mais graves estão a falta d´água; a alimentação; e o transporte dos colaboradores. A empresa, através da assessoria de Imprensa, disse que não vai se manifestar sobre o assunto.

As denúncias foram feitas na noite da última segunda-feira, durante uma assembleia promovida entre os trabalhadores - que contou com a presença de um dos diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e Região, Evandro Santos. Em comunicado, o Sindicato disse que os trabalhadores decidiram dar prazo de 10 dias (a contar da segunda-feira) para que a empresa resolva todas as questões levantadas durante a assembleia.

Caso contrário, as atividades poderão ser paralisadas. De acordo com Evandro, os problemas vêm se acumulando e a gota d´água foi justamente a falta de água na unidade localizada na rodovia Anhanguera, na sexta-feira da semana passada. "Não havia água sequer para fazer comida", destacou. Diante do problema o sindicato exigiu uma providência da empresa, que contratou caminhões-pipa para fazer o abastecimento e forneceu aos empregadas alimentação vinda da outra unidade da empresa.

"A comida chegou por sedex", observou Evandro. A alimentação, por sinal, é um dos principais problemas verificados na empresa, segundo denuncia o sindicato. "A qualidade da refeição é muito ruim e o tempo de espera nas filas para alimentação é enorme", detalhou Evandro Santos.

Ônibus lotados - Outra questão levantada pelos trabalhadores é a superlotação dos ônibus. "O número de empregados cresceu, mas o número de ônibus continua o mesmo. Com isso, muitos trabalhadores são obrigados a viajar em pé", constatou o sindicalista. "Não admitimos que essa situação continue por mais um dia sequer. Buscamos resolver o problema diretamente com a empresa, sem recorrer ao poder público, mas se isso não acontecer, faremos a denúncia aos órgãos competentes", acrescentou.

Na assembleia, os trabalhadores resolveram dar um prazo de 10 dias para que a empresa solucione o problema da alimentação e assegure que não haverá mais falta de água na unidade. "Os trabalhadores resolveram se unir ao sindicato e dar um basta nessa situação. No dia 3 realizaremos uma nova assembleia para avaliar a situação e decidir que rumo seguir", arrematou Evandro.


DA REPORTAGEM LOCAL

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